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Obs.: Esse passeio para Juquitiba tem a opção da Melhor Idade, com valor e modalidades diferenciados. Entre em contato para saber mais.

Não fez sol todos os dias, mas que deu para aproveitar bem Ahhhh ISSO DEU. RSRSSR
Aqui a entrada ca Caverna Morro Preto

Essa é a visão que temos do fundo da caverna, de um pequeno mirante. Dá para ficar horas lá observando, mas não pode né?
Aqui uma parada na trilha para o portal da gruta Casa de Pedra. Nossos fieis escudeiros Joelma e Rodrigo, da agência Parque Aventuras.
Andamos bastante pela mata, subimos, descemos, escorregamos, caimos rsrsrs. Mas a chegada lá é de tirar o fôlego (no bom sentido) é muito lindo o portal.



No caminho pode perder o equilíbrio, o cajado o agasalho, mas o humor jamais. Olha o modelito do Camilo (Made in Saco) que charme, rsrsrs. Vale tudo para uma bela caminhada.



Olha só que imensidão!!! Observe o tamanho das pessoas lá embaixo.

Veja por outro ângulo. Lindo, né?

Recebemos o presente (parte do grupo) de participar de uma pesquisa que está sendo realizada, num dos salões da Caverna Santana (não aberto a visitação). Nossa gratidão e carinho ao Jura e ao Heros que nos conduziram durante a pesquisa.



Veja a beleza e a delicadeza dessas formações. A importância de conservar essa construção da natureza.


Em breve colocaremos mais informações sobre essa pesquisa. Aguardem!
CONFORME PROMETIDO UM POQUINHA SOBRE A PESQUISA
DINÂMICA ATMOSFÉRICA SUBTERRÂNEA NA DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE DE CARGA TURÍSTICA DA CAVERNA DE SANTANA (IPORANGA-SP)
RESUMO
O presente resumo apresenta os resultados de um monitoramento da dinâmica atmosférica subterrânea realizado durante o período de um ano na caverna de Santana (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, Iporanga-SP). Para tanto, foram estabelecidas três fases de monitoramento microclimático em seu interior: os levantamentos exploratórios; o monitoramento anual; e o detalhamento semestral Os resultados hora expostos se referem a duas delas – além de procedimentos complementares de análise de fluxos de energia e massa, vetores de dispersão e acúmulo e da interação entre atmosfera e rocha. Este último parâmetro foi estabelecido tendo em vista a geoconservação, com enfoque nos espeleotemas da caverna de Santana e os possíveis impactos físico-químicos originados na visitação turística. Todos os métodos e etapas de pesquisa mencionados visam a investigação de uma hipótese principal, relacionada a determinação da capacidade de carga turística em cavernas em função de sua dinâmica atmosférica. Os resultados parciais já obtidos permitiram a identificação de distintas zonas internas com níveis escalonados de fluxo de energia e massa, demonstrando um padrão de variabilidade higrotérmica mais heterogêneo nas proximidades do meio externo, e menor variação térmica e estabilidade hígrica nos trechos mais ao fundo e galerias superiores. Nestas, também foi identificada uma zona de acúmulo térmico de temperaturas mais elevadas. Além disso, foram também identificados dois pontos críticos no circuito de visitação – os salões do Cristo e do Encontro. No salão do Cristo, foram observados impactos na temperatura do ar e na concentração de dióxido de carbono (CO2). No salão do Encontro, os impactos aferidos foram na temperatura do ar e da superfície rochosa de um espeleotema. A partir destes resultados, estão sendo traçados limites para a visitação ordenada da caverna de Santana.
Programa de Pós-Graduação em Geociências e Meio Ambiente – UNESP – Rio Claro, SP
Autor: Heros Augusto Santos Lobo
Orientadores: José Alexandre de Jesus Perinotto e Paulo César Boggiani